sexta-feira, 8 de abril de 2011

Hebe Camargo

Agraciada com o nome da deusa da juventude, na mitologia grega, Hebe Camargo esbanja jovialidade no alto de seus 80 anos.
Nascida em Taubaté, interior de São Paulo, Hebe deu início a sua carreira artística cedo. Aos onze anos de idade já cantava em programas de calouros no rádio e ajudava a família com os prêmios que ganhava. Seus pais, Ester e Sigesfredo Monteiro de Camargo também eram ligados com música.
Na década de 40, ela e sua irmã Estela formaram a dupla caipira “Rosalinda e Florisbela”, as duas se apresentavam em programas da Rádio Tupi e da Rádio Difusora de São Paulo, onde ganhou o apelido de “estrelinha do samba”. Posteriormente, Hebe passou a se apresentar em boates, cantando sambas e boleros. Ainda cantora, Hebe atuou em filmes do comediante Mazzaropi. Foi durante as filmagens de um longa metragem que ela conheceu Agnaldo Rayol. Hoje os dois são amigos muito próximos.

Hebe Camargo e a História da Televisão Brasileira

A convite de Assis Chateaubriand, o pai da televisão brasileira, Hebe participou da primeira transmissão televisiva ao vivo da história do país. Fez, junto de Ivon Cury, uma apresentação musical na qual cantava uma música regional enquanto se embalava em um balanço. O “clipe” se tornou uma preciosidade do arquivo cultural brasileiro.
Acompanhando Dermival Costa Lima, Hebe saiu da TV Tupi, transferindo-se para a Rádio Nacional e posteriormente para a TV Paulista. É nessa rede que sua carreira como apresentadora começa. Na época, mais precisamente em 1955, comandava o programa “O Mundo é das Mulheres”, que ganhou grande projeção e alcançou sucesso estrondoso.Em julho do ano de 1964, Hebe se casa com o empresário Décio Capuano, interrompendo momentaneamente sua carreira artística.

NASCE O FILHO DE HEBE

Em setembro de 1965 nasce seu filho Marcello Camargo. A volta ao meio do entretenimento se dá no mesmo ano ao ganhar um programa na Rádio Excelsior.


O SUCESSO DE HEBE

A partir de então, a carreira de Hebe decola. Em 1966 é criado o programa “Hebe Camargo”, uma atração dominical que a consagrou como entrevistadora. O programa tornou-se líder absoluto de audiência.
Durante o período da Jovem Guarda, Hebe recebia em seu palco artistas como Roberto Carlos, Wanderléa e Ronnie Von, a quem apelidou de “Príncipe”. Nesse período, seu programa chegava a obter 70% de toda a audiência nacional.Em 1971, Hebe se separa de Décio Capuano. Em 1973 conhece o empresário Lélio Ravagnani, com quem viveu até o ano 2000, quando este vem a falecer.A história de Hebe Camargo no SBT teve início em 1986. Seu programa das noites de segunda feira já se tornou tradicional.
No rádio, a apresentadora protagoniza a atração “Hebe & Você” na Rádio Nativa, um programa de variedades e entrevistas.
Hebe voltou à música em 1999, ao gravar o CD “Como é grande o meu amor por você – Hebe e convidados”, contando com a participação de artistas ilustres, como Chico Buarque, Caetano Veloso, Nana Caymmi, Ivete Sangalo e outros.
Em 2009, participou do especial televisivo da Rede Globo “Elas cantam Roberto”, onde interpretou a canção “Você não sabe”.

A DOENÇA

No dia 8 de janeiro de 2010, Hebe foi internada no hospital Albert Einstein, em São Paulo.Informações preliminares adiantavam que ela passaria por uma cirurgia para a retirada de um tumor no estômago.Um boletim emitido posteriormente pelo hospital divulgou que Hebe foi submetida a uma laparoscopia diagnóstica, que encontrou nódulos no peritônio. O resultado da análise confirmou a existência de um tumor primário na região.

SAIDA DO SBT

O contrato dela com o SBT venceria no dia 31 de dezembro, mas diante disto Hebe confirma que não deve mais renovar com a emissora do “Baú”. O último programa de Hebe Camargo no SBT foi ao ar em 27 de dezembro de 2010. Dois dias antes de anunciar a saída do SBT, no dia 11 de dezembro Hebe, com permissão do SBT, gravou com o apresentador Fausto Silva o Domingão do Faustão, da Rede Globo, onde recebeu uma homenagem (este programa foi ao ar no dia 26 de dezembro de 2010).

 


 


SANGUE E AREIA


Paixão e traição são a tônica desta tragédia clássica com Rudolph Valentino. Aqui ele interpreta Juan Gallardo, um ingênuo aspirante a toureiro, casado com sua amada de infância Carmen (Lila Lee). Logo que ganha fama como matador, cai nas graças e, literalmente, nos braços da vamp Doña Sol (Nita Naldi) – uma devoradora de homens que mantém seu status por conta de amizades com pessoas influentes da sociedade. À medida que se envolve com Sol, Gallardo vê sua carreira declinando, principalmente quando percebe que Sol o usou e também se interessa por outros homens. Com o casamento abalado com Carmen, Gallardo participa de uma tourada final em que a imagem de Sol com outro nas arquibancadas acaba lhe reservando um desfecho trágico.

Nita Naldi, diva do cinema mudo, foi selecionada pessoalmente pelo escritor Vicente Blasco-Ibanez para o papel da sedutora Doña Sol. E de fato, ela “ataca” Valentino que fica desconcertado com seu comportamento e investidas. Valentino sendo seduzido consegue arrancar algumas gargalhadas. Tudo soa artificial e “overacted”. Nita parece menos forçada que o galã, mas também é risível. Esse foi seu principal filme e rendeu outras aparições com Valentino em "A Sainted Devil" (24) e "Cobra" (25).


Apesar de datado, e muito inferior ao remake de 49, dirigido por Rouben Mamoulian e estrelado por Tyrone Power como Gallardo, Rita Hayworth como Doña Sol e Linda Darnell como Carmen, as cenas de arena e das touradas são bem feitas e se constituem no que o filme possui de razoável. Vale, entretanto, assistir, para conhecer essa dupla que mexeu com os fãs do cinema na década de 20.
 
"Sangue e Areia" (Blood and Sand)
1922 – EUA - 89 min. – Preto e Branco – DRAMA
Direção: FRED NIBLO. Roteiro: JUNE MATHIS, baseado no romance de VICENTE BLASCO IBANEZ. Fotografia: ALVIN WYCKOFF. Montagem: DOROTHY ARZNER. Produção: PARAMOUNT PICTURES.

Elenco:
RUDOLPH VALENTINO (Juan Gallardo) NITA NALDI (Doña Sol), LILA LEE (Carmen) CHARLES BELCHER (Don Joselito).

 

O Filho do Sheik

 O Filho do Sheik


Título Original: The Son of the Sheik
País: Estados Unidos
Ano: 1926
Duração: 68 min.
Direção: George Fitzmaurice
Elenco: Rudolph Valentino, Vilma Bánky, George Fawcett, Montagu Love, Karl Dane, Bull Montana.
Sinopse:
Filho de poderoso sheik se apaixona por dançarina de rua, escravizada por bando de ladrões, e é levado a crer que ela seja cúmplice deles.
O grande astro do cinema mudo Rodolfo Valentino (1895-1926) encerrou sua carreira, abreviada precocemente por uma úlcera perfurada, com este filme, originalmente da United Artists, uma continuação de um de seus maiores sucessos, "O Sheik", de 1921, feito na Paramount. Valentino reprisa o papel original do sheik, agora envelhecido, e faz também o filho (e as cenas em que ambos os personagens contracenam são muito bem feitas), e tem como interesse romântico a bela húngara Vilma Bánky (1898-1991), com quem ele já havia feito "O Águia" ("The Eagle", 1925). É essencialmente um melodrama romântico, ambientado no exótico oriente (naturalmente tudo rodado em estúdio, com as cenas do deserto filmadas nas dunas de Santa Bárbara, na Califórnia), bem ao gosto da época, com poucas cenas de ação e Valentino menos maquiado, afetado (e, pelos padrões de hoje, até afeminado) do que em outros de seus filmes. Mas o filme é bem dirigido pelo competente Fitzmaurice (1885-1941), que trabalhou com Garbo, tem cuidada cenografia do mestre William Cameron Menzies, e não envelheceu mal.

”O Filho do Sheik” é a continuação de seu primeiro grande êxito, “O Sheik” (1921). Além de interpretar o filho, Valentino (com a barba grisalha) dá vida ao pai de Ahmed. O papel de Diana, sua antiga conquista, e agora mãe, volta a ser interpretado por Agnes Ayres. O sheik trata sua esposa com ternura e enfrenta a ira de seu filho com a indulgência da idade: ambos papéis ficam bem no ator e conseguem satisfazer os gostos mais conservadores. Entretanto, do ponto de vista artístico, é mais interessante a hábil aplicação da cortina partida para criar as imagens com os dois Valentinos.

Além dessas sofisticações, o filme traz alguns personagens divertidos que formam o contraponto cômico do filme: o criado psicótico de Ahmed deleita-se como um neném ao estrangular o inimigo e Ghabah (Montagu Love); o capitão dos ladrões, por outro lado, tem uma espécie de bufão. Assim, o resultado é uma fantasia oriental com decorações modestas, de pouca duração, mostrando como os americanos se passam por árabes. O filme foi rodado no deserto do Arizona, com resultados bem bastante convincentes.

Não vi muitos filmes de Valentino. Na verdade, assiti “O Sheik” e tenho “O Águia” (1925) em VHS – no qual faz o papel de um tenente russo que cai nas graças de Catarina II . Porém, achei este melhor. Falei com pessoas que já haviam assistido a toda a filmografia de Valentino e afirmaram que ”O Filho do Sheik” é considerado o seu melhor trabalho. Não é à toa que sua fama está ligada a esse filme, que se converteu em seu legado. Não deixe de conhecer.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Procópio Ferreira

João Álvaro de Jesus Quental Ferreira(Rio de Janeiro, 8 de julho de 1898 — Rio de Janeiro, 18 de junho de 1979), mais conhecido como Procópio Ferreira, foi um ator, diretor de teatro e dramaturgo brasileiro. É considerado um dos grandes nomes do teatro brasileiro.
Procópio descobriu cedo o talento de envolver a plateia, arrastando aos seus espetáculos contingentes de público de fazer inveja aos maiores sucessos de hoje. Em 62 anos de carreira, Procópio interpretou mais de 500 personagens em 427 peças.

Biografia     Procópio Ferreira foi e é o maior ator de teatro e cinema do Brasil

Era filho de Francisco Firmino Ferreira e de Maria de Jesus Quental Ferreira, ambos portugueses naturais da ilha da Madeira, em Portugal.
Ingressou na Escola Dramática do Rio de Janeiro a 22 de março de 1917. Representou mais de 450 peças, de todos os gêneros, desde o teatro de revista até a tragédia grega. Em toda a Historia do Teatro Nacional foi o ator que maior número de peças nacionais interpretou e, que maior número de autores lançou.
Procópio Ferreira atuava no circo-teatro, gênero que, se não foi criado no Brasil, aqui teve pleno desenvolvimento. Tratava-se de um circo que, além de números de acrobacias, malabarismo e palhaçadas, apresentava a adaptação de peças de teatro. Do circo-teatro passou às comédias. Procópio Ferreira dizia que o sucesso chegou quando ele parou de pensar com a sua própria cabeça para pensar com a cabeça do público.
Sua primeira peça foi Amigo, Mulher e Marido, fazendo o papel de um criado, em 1917, no Teatro Carlos Gomes. Seu maior sucesso no teatro foi o espetáculo Deus lhe Pague, de Joracy Camargo, com o qual viajou o país inteiro e foi para o exterior. Participou de mais de quatrocentas peças e teve uma carreira de mais de 60 anos.
Procopio ferreira com Mara rubia
Um homem que vivia intensas paixões, foi pai de 06 filhos. De seu primeiro casamento com a artista Argentina Aida Izquierdo nasceu uma das mais importantes atrizes e diretoras brasileiras, Bibi Ferreira. casou também com a grande atriz Norma Geraldy e com a atriz Hamilta Rodrigues. do casamento com Hamilta Rodrigues nasceram Maria Maria, João Procópio Filho e Francisco de Assis Procópio Ferreira. De seu relacionamento com a atriz Lígia Monteiro nasceu a Diretora e jornalista Lígia Ferreira. Do romance com a musicista Celecina Nunez nasceu a cantora Mara Sílvia (nome artístico de Mariazinha, como era chamada pelo pai). Um grande Homem, pai e avo (Tina Ferreira filha de Bibi, João Procópio Neto filho de Mariazinha, Bianca filha de Lígia Ferreira, Alice Ferreira filha de Maria Maria e Alessandra Ferreira filha de João Procópio Filho).

Carreira

Na televisão

Procópio também fez televisão e participou das telenovelas A Grande Viagem, As Minas de Prata, Redenção, Dez Vidas e Divinas & Maravilhosas.
  • Mistério do Rio
  • Coisas Nossas
  • Pureza
  • Berlim na Batucada
  • Comprador de Fazendas
  • Trevo de Quatro Folhas
  • O Homem dos Papagaios (argumentos de Procópio)
  • A Sogra
  • Quem Matou Anabela
  • Romance de uma Cidade
  • Como Ganhar na Loteria sem Perder a Esportiva
  • Titio Não É Sopa
  • Em Família

Obras

 

  • Briga em Família
  • Arte de Ser Marido
  • Banho de Civilização
  • Convidado de Honra
  • A Grande Pantomima
  • Não Casarás
  • Presente do Céu
  • Boca do Inferno
  • Família do Antunes
Procópio Ferreira
Procópio Ferreira, com a sua então esposa Aída Izquierdo e sua filha, Bibi Ferreira
Nome completo João Álvaro de Jesus Quental Ferreira
Nascimento 8 de julho de 1898
Rio de Janeiro
Morte 18 de junho de 1979 (80 anos)
Rio de Janeiro
Cônjuge Aída Izquierdo
Norma Geraldy
Hamilta Rodrigues
  • O ator Vasques (O Homem a Obra)
  • Arte de Fazer Graça
  • Como se Faz Rir
  • O que Penso quando Não Tenho em que Pensar



sexta-feira, 1 de abril de 2011

Rock Hudson

Roy Harold Scherer Jr., conhecido profissionalmente como Rock Hudson (Winnetka, 17 de Novembro de 1925 — Los Angeles, 2 de outubro de 1985), foi um ator norte-americano, famoso pelos dramas que fez com o diretor Douglas Sirk e pelas comédias românticas que estrelou ao lado de Doris Day.

BiografiaRock Hudson um dos grandes galãs de Wollywood

Rock Hudson teve uma vida conturbada. Aos quatro anos foi abandonado pelo pai, Roy Harold Scherer, passando a ser educado com muita dificuldade pela mãe, Katherine Wood, uma empregada doméstica, na cama de quem dormiu até os quinze anos, no alojamento dos criados.
Estudou na New Trier High School, de Illinois. Ganhava alguns trocados entregando jornais. Aos dezoito anos, alistou-se na Marinha dos Estados Unidos, servindo na lavanderia. Foi quando sua sexualidade despertou. No meio de tantos rapazes, sentia-se inteiramente à vontade. Tentou até manter um comportamento viril para se mostrar um deles. Entrou para a universidade e, orientado por um professor, tirou várias fotos e enviou-as para vários agentes de artistas de Hollywood.
Em 1946, após dar baixa na Marinha, Roy foi para Los Angeles, onde trabalhou como caminhoneiro por dois anos para se sustentar, até que um encontro fortuito com o olheiro Henry Wilson em 1948 o tirou do anonimato. Wilson apresentou Roy para Ken Hodge, um produtor musical. Os dois se tornaram amantes. E foi numa festa, no apartamento de Ken, que Roy Sherer se tornou Rock Hudson. Os convidados decidiram que, se ele queria se tornar ator, deveria "renascer" com um outro nome. Ken pronunciou aleatoriamente "Rock", por causa do som duro; "Hudson" foi escolhido na lista telefônica.
Hudson estreou no cinema como coadjuvante/secundário no filme Sangue, Suor e Lágrimas (Fighter Squadron, 1948), de Raoul Walsh e assinou um contrato com os Estúdios Universal que lhe garantia a realização de vinte e dois filmes em quatro anos. Seu primeiro grande papel a chamar atenção da crítica e do público foi no drama Sublime Obsessão (Magnificent Obsession, 1954), de Douglas Sirk, com quem faria alguns de seus melhores filmes.
Bem apessoado e com 1,93 m, a partir daí sua carreira decolou como galã em vários westerns, dramas de guerra e comédias principalmente, mas não só, ao lado de Doris Day. Recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator pelo clássico Assim Caminha a Humanidade (Giant, 1956), de George Stevens, coestrelado por James Dean e Elizabeth Taylor, que se transformaria em uma de suas melhores amigas fora das telas. Ganhou quatro vezes o Golden Globe.
Liz Taylor admitiu que, durante as filmagens de Assim Caminha a Humanidade, sentiu-se atraída por Hudson. Tudo inútil, pois havia para o ator alguém bem mais atraente que ela - James Dean. Este era um bissexual assumido e extrovertido.
Porém, de acordo com a última biografia autorizada por Rock Hudson (Rock Hudson - História de Sua Vida) escrita pelo próprio Rock Hudson & Sara Davinson, na página 122, Rock Hudson diz: "Eu não simpatizava com ele (James Dean) pessoalmente" confessa Rock, "mas isso não tem importância. Rock não se dava bem com "James Dean" porque na opinião de Rock, James Dean não era um "profissional". Rock Hudson e Elizabeth Taylor tiveram que passar o dia inteiro maquiados e vestidos, esperando James Dean, que não chegava para filmar, porque tinha passado o dia assistindo uma corrida em outra cidade, quando eles estavam filmando "Assim caminha a Humanidade na qual Hudson foi nomeado para um oscar mas perdeu para Yul Brynner".
Nas décadas de 1950 e 1960, figurou entre os dez astros de maior sucesso de bilheteria do cinema norte-americano. Quando os rumores começaram a circular em Hollywood que, ao contrário dos amantes românticos que ele interpretava no cinema, sua orientação sexual era outra, seu agente cinematográfico arrumou o casamento de Hudson com Phyllis Gates, sua secretária. Eles passaram a lua-de-mel na Jamaica e em Manhattan. O divórcio se deu em 1958.
Na década de 1970, a carreira de Hudson no cinema parecia estar no fim. Assinou então contrato para uma longa série televisiva. Para um astro de sua grandeza, era uma queda e tanto. E o pior é que teria de participar de cenas na cama com a atriz Susan St. James. Eles inclusive teriam um filho na série. Para ele, era demais. Começou a beber e descuidou-se. Era visto em círculos homossexuais de Los Angeles, São Francisco e Nova Iorque. Sua imagem ficou seriamente abalada quando se espalharam boatos de que teria se "casado" com o apresentador de um show da televisão, o ator Jim Nabors. Este acabou perdendo o seu contrato quando o falatório chegou à CBS. Os dois não ousavam aparecer juntos e jamais se falaram novamente. Rock inclusive tinha medo de ir ao Havaí, pois sabia que Nabors tinha uma casa lá. Em 1982, uma revista anunciou seu "divórcio".
Sua última aparição no cinema foi em O Embaixador (The Ambassador, 1984), de J. Lee Thompson, coestrelado por Robert Mitchum. Desde o início da década de 1980, já com os primeiros indícios de que havia contraído AIDS, o ator passou a fazer mais séries e seriados para a TV, como O Casal McMillan (McMillan & Wife, 1971-1977). Seus últimos trabalhos foram a participação em vários capítulos da série Dinastia (Dinasty).
Rock com Ronald e Nancy Reagan em 1984
Rock Hudson só assumiu a doença três meses antes de morrer, ao anunciar que doaria 250 mil dólares para uma fundação recém-aberta para cuidar de pesquisas sobre o vírus da Aids (Sida). Também estava escrevendo uma biografia, cujo título provisório era Minha História, e cuja renda seria revertida toda para essa fundação.
Rock Hudson
Rock Hudson em cena de trailer do filme Giant (br: Assim Caminha a Humanidade), 1956
Nome completo Roy Harold Scherer Jr.
Nascimento 17 de novembro de 1925
Winnetka, Illinois
Estados Unidos
Nacionalidade Estados Unidos Norte-americana
Morte 2 de outubro de 1985 (59 anos)
Los Angeles, Califórnia
Estados Unidos
Ocupação Ator
Trabalhos notáveis
  • Sublime Obsessão
  • Tudo o Que o Céu Permite
  • Assim Caminha a Humanidade
  • Palavras ao Vento
  • Almas Maculadas
  • Confidências à Meia-Noite
  • Volta, Meu Amor
  • O Esporte Favorito dos Homens
  • Não Me Mandem Flores
  • O Segundo Rosto
Atividade 1948 - 1985



terça-feira, 29 de março de 2011

Odete Lara

Odete Righi, mais conhecida como Odete Lara (São Paulo, 17 de abril de 1929) é uma atriz, cantora e escritora brasileiraOdete Lara grande atriz de cinema ,Tv,e teatro

Biografiailha única de imigrantes do norte da Itália. Seu pai, Giuseppe Bertoluzzi, era originário de Belluno. Sua mãe, Virgínia Righi, cometeu suicídio quando Odete tinha seis anos. Por esse motivo foi internada num orfanato de freiras e depois levada para a casa de sua madrinha. Odete se apegou fortemente ao pai, seu único referencial afetivo. Mas vitimado por uma tuberculose, Giuseppe foi obrigado a ficar afastado da filha. Giuseppe também se matou quando Odete tinha 18 anos, deixando a filha órfã.

Seu primeiro emprego foi como secretária e datilógrafa. Foi uma amiga que estimulou Odete Lara a fazer curso de modelo no Museu de Arte Moderna de São Paulo e participou do primeiro desfile da história da moda brasileira realizado no próprio MASP.
A beleza de Odete deslumbrou Otomar dos Santos, que a indicou para a então recém-inaugurada TV Tupi de Assis Chateaubriand.
Na televisão, Odete Lara começou como garota-propaganda. Em seguida participou da versão televisiva de Luz de Gás, com Tônia Carrero e Paulo Autran, depois Branca Neve e os sete anões, onde interpretou a Rainha Má.
Odete Lara se tornou estrela do "TV de Vanguarda", uma das maiores atrações da TV Tupi. Algumas telenovelas em que atuou nessa emissora foram: As Bruxas, A volta de Beto Rockfeller e Em busca da felicidade.
Foi contratada pelo grupo teatral do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e estreou na peça Santa Marta Fabril S/A, dirigida por Adolfo Celi.
Seu primeiro filme foi O gato de madame, ao lado de Mazzaropi, a convite do autor Abílio Pereira de Almeida.
Também foi cantora no show Skindô ao lado de Vinícius de Moraes. Esse show foi gravado em disco. Também cantou no espetáculo Eles e Ela, com Sérgio Mendes, Meu refrão, com Chico Buarque e Quem samba fica, com Sidnei Miller. Outro disco que participou foi Contrastes.
Odete Lara abandonou sua carreira no auge, converteu-se ao budismo e partiu para um auto-exílio num sítio nas montanhas de Nova Friburgo, RJ.
Publicou três livros autobiográficos, Eu nua, Minha jornada interior e Meus passos na busca da paz. Traduziu várias obras do budismo.
Foi casada com o dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho e com o diretor de cinema Antonio Carlos Fontoura. Namoradeira assumida, também teve um caso com o novelista Euclydes Marinho.
Morou por muitos anos em seu sitio em Friburgo, mas por problemas graves de saúde, retornou a capital carioca e mora no bairro tradicional do Flamengo, com uma dama de companhia.
O filme Lara foi baseado na história de sua vida.

Recebeu no Festival de Gramado o prêmio Oscarito, por sua contribuição ao desenvolvimento do cinema brasileiro.




quarta-feira, 23 de março de 2011

Elizabeth Taylor

Elizabeth "Liz" Rosemond Taylor (Londres, 27 de fevereiro de 1932 — Los Angeles, 23 de março de 2011) foi uma premiada atriz anglo-americana.

BiografiaA mais bela estrela de Wollywood e mais querida e famosa...

Filha dos estadunidenses, Francis Leen Taylor (1897–1968) e Sara Viola Warmbrodt (1895–1994), mudaram-se para os Estados Unidos em 1939. Começou a carreira cinematográfica ainda criança, quando foi descoberta aos dez anos. Contratada pela Universal Pictures, filmou There's One Born Every Minute, mas não teve o contrato renovado. Assim como o amigo pessoal Mickey Rooney, revelou talento participando de filmes infanto-juvenis, como na estréia em 1943 num pequeno papel da série Lassie. A partir de então, apaixonou-se pela profissão e permanecer no estúdio tornou-se o maior sonho.
Evoluindo como atriz talentosa e respeitada pela crítica, nos anos 50 filmaria dramas, como Um lugar ao Sol, com o ator Montgomery Clift; Assim Caminha a Humanidade, com Rock Hudson, ambos atores homossexuais e dos quais se tornou grande amiga. Nessa década faria ainda A Última Vez Que Vi Paris, ao lado de Van Johnson e Donna Reed.
Liz, como foi mais conhecida, foi reverenciada como uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos; a marca registrada são os traços delicados e olhos de cor azul-violeta, emoldurados por sobrancelhas espessas de cor negra. Celebridade cercada por intenso glamour e diva eterna dos anos de ouro do cinema norte-americano, é uma compulsiva colecionadora de jóias. Certa vez, o amigo, o mágico David Copperfield, convidou-a para uma das apresentações e fez sumir das mãos um dos anéis favoritos. Liz, simpaticamente, e ao gritos, divertiu a platéia manifestando um momento de desespero ao ver o anel sumir.
Taylor em 1981, num evento em sua homenagem
Ficou famosa também pelos inúmeros casamentos (oito ao todo), sendo o mais rumoroso o com o ator britânico Richard Burton, notório pelo alcoolismo, com quem se casou duas vezes e fez duplas em vários filmes nos anos 60, como o antológico Cleópatra, o dramático Quem tem medo de Virgínia Woolf?, em que ela ganhou o segundo Óscar, Os Farsantes e A Megera Domada. Vencedora duas vezes do Óscar da Academia para Melhor Atriz (principal), o primeiro em 1960 pelo papel da call-girl de Disque Butterfield 8 (pt: O Número do Amor); . Nessa década, com o reconhecimento do prêmio máximo do cinema mundial, consagrou-se como a mais bem paga atriz do mundo.
Foi amiga do Rei do Pop Michael Jackson, que dedicou-lhe vários de seus trabalhos, inclusive a canção "Liberian Girl".
Em 1997, a atriz passou por uma delicada cirurgia para remover um tumor do cérebro. No passado, a estrela também já teve problemas com o vício em álcool e drogas.
Foi pioneira no desenvolvimento de ações filantrópicas, levantando fundos para as campanhas contra a AIDS a partir dos anos 80, logo após a morte de Rock Hudson. A despeito de ter nascido fora dos EUA, em 2001 recebeu do presidente Bill Clinton a segunda mais importante medalha de reconhecimento a um cidadão norte-americano: a Presidential Citizens Medal, oferecida pelos seus vários trabalhos filantrópicos. Nessa época se agravaram os problemas de saúde, ganhando peso e sendo levada a internações recorrentes em hospitais.

Problemas de saúde e morte

Taylor tratou vários problemas de saúde ao longo dos anos, incluindo as questões relativas à insuficiência cardíaca crônica. Em 2009, foi submetida a uma cirurgia para substituir uma válvula defeituosa no coração. Ela usava uma cadeira de rodas havia mais de cinco anos para lidar com sua dor crônica.
Em fevereiro de 2011, apareceram novos sintomas relacionados à sua insuficiência cardíaca, o que a levou a ser internada no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles para tratamento, onde morreu na manhã do dia 23 de março após uma cirurgia, aos 79 anos de idade.. A informação foi confirmada pelo agente da atriz e por um familiar.



Elizabeth Taylor
Elizabeth Taylor em 1950
Nome completo Elizabeth Rosemond Taylor
Outros nomes Dama Elizabeth Taylor
Liz Taylor
Liz
Nascimento 27 de fevereiro de 1932
Londres, Inglaterra
 Reino Unido
Morte 23 de março de 2011 (79 anos)
Los Angeles, Califórnia
 Estados Unidos
Ocupação Atriz
Altura 1,57 m
Cônjuge
  • Larry Fortensky (1991 - 1996)
  • John Warner (1976 - 1982)
  • Richard Burton (1964 - 1974) e (1975 - 1976)
  • Eddie Fisher (1959 - 1964)
  • Michael Todd (1957 - 1958)
  • Michael Wilding (1952 - 1957)
  • Conrad Hilton Jr. (1950 - 1951)
Trabalhos notáveis
  • Martha em Quem Tem Medo de Virginia Woolf?
  • Cleopatra em Cleópatra
  • Gloria Wandrous em Disque Butterfield 8
  • Margaret Pollitt em Gata em Teto de Zinco Quente
  • Leslie Benedict em Assim Caminha a Humanidade
  • Angela Vickers em Um Lugar ao Sol
Atividade 1942 - 2011
Óscares da Academia
Prêmio Humanitário Jean Hersholt
  • 1993
Melhor Atriz (principal)
  • 1967 - Quem Tem Medo de Virginia Woolf?
  • 1961 - Disque Butterfield 8
Prémios Golden Globe
Prémio Cecil B. DeMille
  • 1985
Henrietta Award
  • 1974 - World Film Favorite - Female
Melhor Atriz (filme dramático)
  • 1960 - Suddenly, Last Summer
Prêmio Especial
  • 1957 - Para o desempenho consistente.
BAFTA
Melhor Atriz
  • 1967 - Quem Tem Medo de Virginia Woolf?
IMDb: (inglês) (português)
Elizabeth "Liz" Rosemond Taylor (Londres, 27 de fevereiro de 1932 — Los Angeles, 23 de março de 2011) foi uma premiada atriz anglo-americana.



Elizabeth Taylor em Cleopatra, 1963



sábado, 19 de março de 2011

Jean Harlow

Jean Harlow, nome artístico de Harlean Carpentier (Kansas City, 3 de março de 1911 — Los Angeles, 7 de junho de 1937), foi uma atriz norte-americana de cinema, que antecedeu Marilyn Monroe como a primeira atriz loira a explorar seu sex-appeal.

BiografiaA primeira Venus Platinada de Woollywood...

Jean era filha de um bem sucedido dentista e de uma dona-de-casa. Aos 16 anos de idade fugiu de casa para se casar com o jovem empresário Charles McGrew, o casal logo mudou para Los Angeles, onde ela iniciou sua carreira.
Jean começou em Hollywood como figurante até 1929, quando Howard Hughes, que estava refilmando Hell's Angels (1930) em versão falada, encantou-se por ela. Nessa mesma época seu casamento acabou em divórcio. Terminado o filme, Jean fez uma turnê pelo país em divulgação do mesmo. Infelizmente, Hughes não tinha outros projetos para ela e acabou por vender seu contrato a MGM. A partir dai sua carreira decolou.
Em 1932, casou-se com um assistente de Irving Thalberg na MGM, Paul Bern. A relação dos dois era muito conturbada. Ironicamente, a deusa sensual das telas escolheu para marido um homem impotente, sexualmente falando. Ele passou a agredi-la, devido a sua frustração. A situação logo se tornou insuportável. O casal vivia de aparências. Então, certo dia, enquanto Jean estava no estúdio, Bern se matou com uma pistola de calibre 38, encharcado do perfume favorito da esposa, Mitsouko.
Em 1933 casou-se novamente com o cineasta Harold Rosson, acabou divorciando-se oito meses depois.
Estrelou em mais de trinta filmes em uma carreira que durou apenas dez anos, até 1937, durante as filmagens de Saratoga, Harlow ficou doente e faleceu, o filme teve que ser finalizado usando uma dublê filmada sempre a distância.

Morte

Durante as filmagens de Saratoga, a saúde da atriz estava debilitada e em 29 de maio de 1937 Harlow teve um colapso no set e o diretor a mandou para casa para descansar. O que aconteceu depois disso permanece um mistério.
Acredita-se que Jean ficou uma semana de cama com náusea, pois sua mãe, com quem ela vivia, se recusava a chamar um médico devido a sua crença religiosa em Christian Science. Outros dizem que a própria Jean Harlow se recusou a ser internada e passar por uma cirurgia.
No dia 3 de junho sua mãe comunicou a impressa que a atriz estava melhor, mas a 6 de junho Louis B. Mayer e William Powell deram ordens para que a levassem a um hospital.
A loura platinada morreu no dia seguinte, prematuramente aos 26 anos, de insuficiência renal. Em decorrência de complicações nos rins, uma seqüela, ainda possivelmente, das agressões de Bern.





domingo, 13 de março de 2011

Maria Montez

Maria Montez (06 de junho de 1912 - 7 de setembro de 1951) foi um domincano nascido em filme a atriz que ganhou fama e popularidade na década de 1940 como uma beleza exótica estrelar uma série de filmado-em- Technicolor figurino filmes de aventura . . Sua imagem na tela era a de uma sedutora de sangue quente Latina, vestida em trajes de fantasia e jóias cintilantes. Ela ficou tão identificado com estas aventuras épicas que ela ficou conhecida como "A Rainha do Technicolor".  . Sobre sua carreira, Montez apareceu em 26 filmes, 21 dos quais foram feitas em América do Norte e cinco na Europa .Maria montez,a rainha dos filmes de capa e espada

CarreiraSua beleza logo fez a peça central da Universal é Technicolor aventuras de fantasia, nomeadamente as seis em que ela estava se juntou com Jon Hall - Mil e Uma Noites (1942), White Savage (1943), Ali Babá e os Quarenta Ladrões (1944), Cobra Mulher (1944), Wildcat Gypsy (1944) e Sudão (1945).Montez also appeared in the Technicolor western Pirates of Monterey (1947) with Rod Cameron and the sepia-toned swashbuckler The Exile (1948), directed by Max Ophuls and starring Douglas Fairbanks, Jr. Montez também apareceu no Technicolor ocidental Pirates of Monterey (1947), com Rod Cameron eo tom sépia swashbuckler O Exílio (1948), dirigido por Max Ophuls e estrelado por Douglas Fairbanks Jr.

. Enquanto trabalhava em Hollywood, ela conheceu e se casou com francês ator Jean-Pierre Aumont , que teve que deixar alguns dias após seu casamento a servir nas Forças Francesas livres de luta contra a Alemanha nazista no Teatro Europeu da Segunda Guerra Mundial. No final da II Guerra Mundial , o casal teve uma filha, Maria Cristina (também conhecida como Tina Aumont ), nasceu em Hollywood em 1946. T . Eles então se mudou para uma casa em Suresnes , Île-de-France , no subúrbio oeste de Paris sob a Quarta República Francesa .  Lá, Maria Montez apareceu em vários filmes e uma peça escrita pelo marido. . Ela também escreveu três livros, dois dos quais foram publicados, bem como escrevendo uma série de poemas.

 Morte

. Os anos 39 Montez morreu em Suresnes , França, em 7 setembro de 1951 depois de aparentemente sofrer um ataque cardíaco e se afogar em sua banheira.  Ela foi enterrada no Cemitério du Montparnasse em Paris, onde sua lápide mostra teatral de seu ano nascimento, 1918.

  Legado

Pouco depois de sua morte, uma rua na cidade de Barahona, do berço Montez, foi nomeado em sua honra. 
In 1996, the city of Barahona opened the Aeropuerto Internacional María Montez ( María Montez International Airport )Em 1996, a cidade de Barahona abriu o Aeropuerto Internacional María Montez ( Maria Montez Aeroporto Internacional ) em sua honra
, Jack Smith Montez idolatrado como um ícone do acampamento estilo. "Maria Montez", r"The Wonderful n] Dentre seus atos de devoção, ele escreveu uma estética manifesto intitulado "A Perfect Fílmica Quanto à pertinência de Maria Montez", refere a ela como "o maravilhoso" ou "aquela maravilhosa", e fez homenagens elaboradas para seus filmes em seus próprios filmes, incluindo a notória Flaming Creatures .

John Derek

John Derek (12 de agosto de 1926 - 22 de maio de 1998) foi um ator norte-americano, o diretor e fotógrafo mais famoso para as mulheres a quem foi casado.

Vida e carreiraNascido Derek Delevan Harris em Hollywood, Califórnia , ele foi casado com a atriz Pati Behrs , née Pati Behrs Eristoff (13 de fevereiro de 1922 - 10 de julho de 2004). Pati Behrs was a Russian-born American actress, a grandniece of Leo Tolstoy . Pati Behrs era um americano nascido atriz russa, uma sobrinha-neta de Leon Tolstoi . She was married to Derek from 1951 to 1957. Ela era casada com Derek 1951-1957. They had two children, Russell and Sean. Eles tiveram dois filhos, Sean e Russell.

His matinee-idol good looks quickly got him supporting roles, most notably as Broderick Crawford 's son in All the King's Men (1949), but he also enjoyed leads such as "Nick Romano" in Knock on Any Door (1949) opposite Humphrey Bogart (who told him, "You look great, but kid, that's not enough"), "Brock Mitchell" in Fury at Showdown, and as Robin Hood in Rogues of Sherwood Forest (1950) with Alan Hale . Sua sessão vespertina de ídolos boa aparência rapidamente pegou papéis coadjuvantes, principalmente como Broderick Crawford é filho de Rei de Todos os Homens (1949), mas ele também gostava de leva como "Nick Romano" em bater em qualquer porta (1949) oposto Humphrey Bogart (que lhe disse: "Você está ótimo, mas garoto, isso não é suficiente"), "Brock Mitchell" em Fúria no Showdown, e como Robin Hood no Rogues da floresta de Sherwood (1950), com Alan Hale .
Perhaps Derek's most memorable film appearance was as the noble Joshua in The Ten Commandments (1956). Talvez o filme mais memorável aparição Derek era como o nobre Josué em Os Dez Mandamentos (1956).
Derek also worked as a film director. Derek também trabalhou como diretor de cinema. He directed his wives, Ursula Andress , in two movies, and Linda Evans in one. Ele dirigiu sua esposa, Ursula Andress , em dois filmes, e Linda Evans em um. His best known films as a director are those he directed with his fourth wife, Bo Derek (she starred in four of his movies). Seus filmes mais conhecidos como diretor são aqueles que ele dirigiu com sua quarta esposa, Bo Derek (ela atuou em quatro de seus filmes). The 1990 film Ghosts Can't Do It was his last film in the director's chair. O 1990 filme Ghosts Can't Do It foi o seu último filme do diretor cadeira. He also directed a pornographic film, Love You (1980), as well as two hit music videos for Shania Twain , " Whose Bed Have Your Boots Been Under? " Ele também dirigiu uma pornográfico filme, Love You (1980), bem como dois vídeos de música batida para Shania Twain , " de qual cama sua bota tem estado? " and " Any Man of Mine ". e " Any Man of Mine ".
Derek took photos of all three of his last wives (at different times) for Playboy magazine. Derek tirou fotos de todos os três de suas esposas passado (em épocas diferentes) para Playboy revista. He died from cardiovascular disease in Santa Maria, California at the age of 71. Ele morreu de doença cardiovascular em Santa Maria, Califórnia, na idade de 71. His remains were crematedo  seus restos mortais foram cremados. 

Cônjuges

  • Behrs Pati (1951-1957)
  • Ursula Andress (1957–1966) Ursula Andress (1957-1966)
  • Linda Evans (1968–1974) Linda Evans (1968-1974)
  • Bo Derek (1976–1998) Bo Derek (1976-1998)

 

John Derek

with Debra Paget from the trailer for The Ten Commandments (1956)
Born Derek Delevan Harris
August 12, 1926(1926-08-12)
Hollywood, California, U.S.
Died May 22, 1998(1998-05-22) (aged 71)
Santa Monica, California, U.S.
Occupation Actor, director, cinematographer, screenwriter, editor, producer
Years active 1943–1990
Spouse Pati Behrs (1951-1957) (divorced) 2 children
Ursula Andress (1957-1966) (divorced)
Linda Evans (1968-1974) (divorced)
Bo Derek (1976-1998; his death)

 

 

 

quarta-feira, 9 de março de 2011

Zé Trindade

Zé Trindade, pseudônimo de Milton da Silva Bittencourt (Salvador, 18 de abril de 1915 — Rio de Janeiro, 2 de maio de 1990) foi um ator, músico e poeta brasileiro, grande comediante de rádio, teatro, cinema e TV. Ficou famoso por jargões como "Mulheres, Cheguei!" e "Meu Negócio é Mulher".

BiografiaUm dos grandes comicos da Atlantida nos anos 45 a 72

Nasceu em tradicional família baiana. O pai, herdeiro de uma grande fortuna, é deserdado porque se casa com sua mãe, que era pobre. Inconformado, começa a beber. A sua infância, até os onze anos é muito sofrida.
Nessa idade, se emprega como "boy" em um hotel da capital baiana. Lá, faz amizade com Jorge Amado e Dorival Caymmi, que, como os outros hóspedes do hotel, se divertem com suas piadas, ou se encantam com seus versos, poemas ou letras de músicas.
Em 1935, entrou para a Rádio Sociedade da Bahia, vivendo um bêbado no programa Teatro Pelos Ares.
Em 1937 chegou ao Rio de Janeiro, integrando o elenco de humoristas da Rádio Mayrink Veiga. Nos quinze anos seguintes seria o melhor cômico do rádio.
Fez sua estréia no cinema em 1947 no filme O Malandro e a Granfina e só párou em 1987, numa ponta em Um Trem Para As Estrelas, perfazendo uma carreira vitoriosa de 38 filmes.
Baixinho, gordinho, o bigode fininho marcando um rosto safado, cria as frases "Meu negócio é mulher" e "Mulheres, cheguei". Ninguém melhor do que ele fez o tipo do malandro.
Participou pouco de televisão, mas chegou a atuar com Chico Anysio, participou do programa humorístico Balança, mas não cai na Rede Globo e ainda teve uma pequena participação na minisséne global Memórias De Um Gigolô em 1986.
Gravou 25 discos de música nordestina, com trovas e pensamentos. Foi casado com dona Cleusa e teve quatro filhos Anayra, Regina, Ricardo e Cristina.
Faleceu de câncer, em 2 de maio de 1990, no Rio de Janeiro, aos 75 anos.

Trabalhos

  • Um trem para as estrelas (1987)
  • Tem folga na direção (1976)
  • Assim era a Atlântida (1974)
  • Jesus Cristo eu estou aqui (1971)
  • Bom mesmo é Carnaval (1961)
  • Mulheres, Cheguei! (1961)
  • Os Três Cangaceiros (1961) (participação)
  • Marido de mulher boa (1960)
  • Viúvo alegre (1960)
  • Entrei de gaiato (1959)
  • Mulheres à vista (1959)
  • Massagista de madame (1959)
  • Espírito de porco (1959)
  • Aguenta o rojão (1958)
  • O batedor de carteiras (1958)
  • O camelô da rua Larga (1958)
  • Na corda bamba (1958)
  • Garotas e Samba (1957)
  • Maluco por mulher (1957)
  • O negócio foi assim (1957)
  • Rico ri à toa (1957)
  • Tem boi na linha (1957)
  • Treze cadeiras (1957)
  • Depois eu conto (1956)
  • Genival é de morte (1956)
  • Tira a mão daí (1956)
  • O primo do cangaceiro (1955)
  • Trabalhou bem Genival (1955)
  • O rei do movimento (1955)
  • O rei do Samba (1952)
  • Meu dia chegará (1951)
  • Tocaia (1951)Aguenta firme, Isidoro (1951)
  • Anjo do lodo (1951)
  • Inocëncia (1949)
  • Fogo na canjica (1948)

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